Nos dois primeiros bimestres foram introduzidas nas aulas
práticas desenho com proporção e profundidade em perspectiva.
Ao ministrar os alunos as técnicas básicas, sempre
priorizando a perspectiva sem a exigência de que, o objeto tomado como modelo,
não necessariamente tenha suas características visuais e estéticas fielmente
trazidas para o papel, procurou-se estimular no alunado seus próprios instintos,
percepção e principalmente sua subjetividade ao apreender do objeto não somente
o que é de senso comum, mas que cada um poderia oferecer “ao novo objeto” do
papel uma ressignificação nunca antes mostrada. Ou seja, cada trabalho feito
pelos alunos é um trabalho único cuja linguagem não fica presa ao objeto
estudado, mas mantendo-se diálogo com o mundo como um todo, faz surgir um novo
ser. O ser obra.
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